Psicologia Positiva e o Optimismo Aprendido

Uma Psicologia que se centra no melhor de cada pessoa

Depois de décadas em que a Psicologia apenas se centrou em patologias ou no comportamento “anormal”, chegou a altura de pensar nas coisas que fazem com que a vida valha a pena. A Psicologia positiva centra-se na descoberta das qualidades das pessoas e na promoção do seu funcionamento positivo.

O autor pioneiro deste campo é Martin Seligman, chamando a atenção deste tema quando foi presidente da Associação Americana de Psicologia. Partilha a crença que as pessoas querem levar uma vida satisfatória e significativa.

A Psicologia Positiva tem 3 preocupações centrais: emoções positivas, traços individuais positivos e as instituições positivas.Para percebermos as emoções positivas, é necessário estudar a satisfação com o passado, a felicidade no presente e a esperança no futuro. A compreensão positiva dos traços individuais implica estudar as forças e virtudes como a capacidade de amar e trabalhar, coragem, compaixão, flexibilidade, autocontrole, curiosidade, integridade, auto- conhecimento e sabedoria. Compreender as instituições positivas implica o estudo das forças que promovem melhores comunidades, como a justiça, educação saúde, ética no trabalho e tolerância.

A felicidade, ou melhor, os estados de felicidade, já que não é realista viver continuamente num estado felicidade, mas mais num estado de “satisfação”, podem ser em larga medida, aumentados e até controlados por nós. Por exemplo, fazer exercício físico ou estar com amigos recompensadores, aumenta a satisfação. A inactividade ou estar a pensar durante muito tempo num assunto, aumenta a insatisfação.

Algumas descobertas acerca da felicidade:

– O dinheiro não tem relação com felicidade (desde que as necessidades básicas estejam satisfeitas), a saúde tem pouca relação e os prazeres físicos não produzem uma felicidade duradoura. As pessoas em países democráticos tendem a ser ligeiramente mais felizes do que em países totalitários, mas mesmo na extrema pobreza encontra-se pouca relação com a infelicidade. As pessoas que têm como objectivo principal o dinheiro tendem a ser muito infelizes.

– Sociabilidade: as pessoas mais sociáveis tendem a ser mais felizes. Pessoas muito felizes tendem a passar mais tempo com as outras.

– Juventude: Ser mais jovem não se correlaciona com a felicidade. As pessoas mais velhas tendem a ser mais satisfeitas com a vida do que as pessoas mais novas.

– Saúde: Mesmo as pessoas em estados terminais de doença têm praticamente a mesma satisfação com a vida do que as pessoas saudáveis.

– Educação, clima, género: Estes factores têm apenas uma ligeira correlação com a felicidade.

As pessoas tendem a adaptar-se às circunstâncias externas, pelo que boas notícias (ex: ganhar a lotaria) ou más notícias têm pouco efeito na felicidade a longo-termo.

– Pessimismo: As pessoas que desistem facilmente acreditam que as causas dos maus acontecimentos são permanentes- as coisas más vão persistir e persistem neste estado negativo, não agindo como que paralisadas pelo pensamento negativo irracional. As pessoas optimistas dão explicações temporárias e específicas aos maus acontecimentos, o que as leva a agir e a mudar de forma construtiva o presente. Os optimistas como acreditam que há mais opções de êxito, continuam a tentar, o que aumenta as suas probabilidades de sucesso. Entretanto, o optimista já agiu e sente-se melhor porque pelo menos tentou, em comparação com o pessimista que fica parado envolto de ideias auto- desmoralizantes e infeliz, dando muita importância ao seu pensamento. Ser racional e rigoroso não serve para nada se conduzir ao pessimismo.

Como a terapia Cognitva- Comportamental o pode ajudar:

Um processo de terapia implica algum tempo e tolerância, no sentido em que ninguém muda crenças antigas numa hora. Pela teoria Cognitiva, os problemas ou sofrimento emocional são devidos a pensamentos e atitudes disfuncionais que se devem modificar para conseguir novas atitudes mais eficazes:

– Flexibilidade: Um indivíduo feliz tem ideias flexíveis e pluralistas, está aberto à mudança e não adopta atitudes rígidas. Por exemplo poderá pensar em ” tenho sempre algo a aprender se errar; posso sempre ganhar em ver as coisas de outra forma; se há pessoas mais felizes do que eu, o que poderei aprender com elas? ; a terapia pode-me dar novas perspectivas que desconhecia até agora; estamos sempre a aprender toda a vida; aceito que outras pessoas podem contribuir com o seu saber e experiência para melhorar a vida de outras”

Em contraste, o indivíduo rígido fica aprisionado pela sua voz crítica e autoritária: “é uma fraqueza receber ajuda; se pedir ajuda é porque falhei e sou um fracasso; já soube lidar com dificuldades na minha vida por isso não preciso de ajuda; os outros não têm nada para me ajudar”

– Tolerância à frustração: assumir os erros sem sofrer e conceder o direito a errar. Não sente culpa, mas sente responsabilidade.

– Interesse pelos outros: é alguém que não é muito centrado em si próprio. As pessoas demasiado conscientes das suas atitudes e comportamentos criticam-se demasiado e censuram-se ao mínimo erro, ao invés das pessoas que se deixam ir nas situações, vivendo os acontecimentos como parte normal da vida e não como um teste permanente às suas aptidões. Pensam em si próprias, mas não estão apenas centradas em si pois sentem empatia e interesse genuíno pelos outros, o que as leva a desviar o pensamento para as outras pessoas.

– Aprender a auto-aceitação. Aprender a gostar de si sem condições. As pessoas mais infelizes estão a comparar-se com as outras, muitas vezes de forma irrealista, como se a vida fosse um concurso e estivessem sempre à prova, perante juízes (vendo as outras pessoas como juízes implacáveis que a estão sempre a julgar).

– Assumir riscos: não ter medo de arriscar coisas novas, porque vêm o fracasso como uma experiência e não como um teste à auto-estima.

– Tolerar a incerteza e a imperfeição: As pessoas mais satisfeitas preocupam-se em fazer as coisas bem feitas, mas não se sentem pressionadas em atingir constantemente um patamar de perfeição, como se este fosse uma autorização para a felicidade. Aceitam que uma grande parte das coisas não são constroladas por nós e que ser bem sucedido passa por ser eficaz e não por ter padrões irrealisticamente elevados.

Estes são alguns dos objectivos globais que frequentemente são trabalhados em terapia, que podem aumentar o sentimento de satisfação com a vida. Na terapia, ao longo das consultas pretende-se identificar padrões de pensamento irracionais, identificar as armadilhas de pensamento que aumentam as emoções negativas, construir novas formas de pensar e atitudes mais eficazes, aprender a gerir as emoções negativas e aplicar gradualmente as aprendizagens às situações de vida. Todo o processo  de terapia é gradual !

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(Artigo publicado na Revista Prevenir)

Sugestões que abrangem várias áreas da sua vida e que devolvem harmonia a existências nem sempre felizes.

Depende apenas de si fazer com que a sua vida ecoe harmonia, sabia? Pois é verdade! Só precisa de aprender a agir com inteligência e bom senso. Enunciamos-lhe algumas regras para que os seus pensamentos a ajudem a consegui-lo. Segundo Fernando Lima Magalhães, psicólogo no Centro Clínico e Educacional da Boavista, no Porto, «quase todos nós nascemos com um património genético mais ou menos equivalente e que pouco influencia a capacidade de sermos felizes».

«As experiências da infância também pouco contam para a forma como nos sentimos enquanto adultos, pelo que temos um imenso poder para nos tornarmos naquilo que quisermos, de preferência, pessoas felizes e equilibradas», refere o especialista. Interiormente, dispomos de todos os meios para criar uma vida harmoniosa, sempre que identificarmos e revirmos os pensamentos que desequilibram a nossa balança, uma situação nem sempre fácil de lidar.

Esta é também a opinião do famoso autor de obras de auto-ajuda, Wayne W. Dyer, como o expressa no seu livro «Em busca do equilíbrio». Particularmente conhecido pelo seu bestseller «As suas zonas erróneas», este especialista sugere e aponta nove princípios para alcançar o tão necessário e apreciado equilíbrio interior. Tome nota deles e tire partido dos seus ensinamentos para melhorar a sua vida. Estas são as regras que deve ter em conta:

1. Equilibre os seus objectivos com os seus hábitos

A ausência de equilíbrio entre objetivos e hábitos é sentida como um companheiro não desejado, que lhe sussurra constantemente ao ouvido que está a ignorar alguma coisa. Sente que a sua forma de vida e a sua razão de viver estão desequilibradas. Lembra-se do seu sonho, mas agarra-se a uma rotina que lhe dá segurança, o que cria irritabilidade e frustração.

Para ganhar consciência da auto-sabotagem em que vive, reconheça que é responsável pelo desequilíbrio entre os seus objetivos e os hábitos diários que o afastam deles. «Analise o seu comportamento e adopte uma forma de pensar e de agir realista, racional e prática, que lhe permita construir, a cada dia que passa, uma parte dos seus sonhos», sugere o psicólogo Fernando Lima Magalhães.

2. Equilibre o seu desejo de desfrutar e de triunfar

Afaste o stresse mental. Existem muitas pessoas com pensamentos stressantes, como «Não tenho tempo suficiente», «Tenho tanto para fazer e nem sei por onde começar» e por aí fora…) «Estes pensamentos são inúteis, negativos e pessimistas. Podem prejudicar a saúde e não melhoram a vida ou a realidade. Para além disso, contrariam a sua vontade de relaxar», refere o psicólogo. Utilize também formas adequadas de gestão do tempo.

«Use agendas e folhas de planeamento do tempo. Reserve alturas do dia e algumas horas por semana para relaxar e usar a seu bel-prazer», acrescenta Fernando Lima Magalhães. Transforme-se numa pessoa aprazível. Ofereça um novo pensamento às pessoas com quem mais priva, dizendo frases como «Tens razão», «Vou pensar nisso», «Obrigada por me teres dado a tua opinião», «O que disseste interessou-me»…

E abrande o ritmo. O seu trabalho e as suas tarefas não são tão urgentes. Faça do estar em equilíbrio a sua principal prioridade. «Dedique algum tempo a desfrutar a vida», recomenda o especialista.

3. Equilibre o seu desejo de bem-estar corporal

As suas crenças refletem a saúde atual do seu corpo, tanto como a alimentação e o exercício. Por muito difícil que seja aceitá-lo, é mais importante examinar as suas crenças sobre aquilo que ingere e como vive do que as actividades de comer e fazer exercício em si mesmas. Apesar de poder parecer uma ideia estranha, mentalize-se convictamente de que tem um corpo saudável, capaz de converter qualquer combustível que receba em células sãs e felizes.

Quando se comprometer com esta ideia, o que acontece é que começa a mudar os seus hábitos alimentares. Porquê? Porque ingerir alimentos saudáveis faz com que se sinta bem, e o seu desejo trata disso. Comece com o pensamento «Tudo o que como é bom e vai transformar-se em saúde». Opte por uma alimentação saudável e coma várias vezes ao dia. Fernando Lima Magalhães faz mesmo uma sugestão.

«Identifique pensamentos negativos associados ao acto de comer e procure alternativas», diz. Tenha pensamentos do tipo «Quando me sinto em baixo, como mais doces e fico mais aliviado»? «Os doces e a comida calórica podem satisfazer os centros de prazer do cérebro momentaneamente mas não resolvem situações reais que precisam de ser melhoradas», prossegue.

«Se, por exemplo, se sente em baixo por achar que não tem amigos, em vez de se refugiar na comida, tente aprimorar a forma como se relaciona com os outros ou diminuir a timidez e ansiedade social», acrescenta ainda o especialista.

4. Equilibre a forma como se vê com a forma como o vêem

É frequente existir um grande desequilíbrio entre a forma como nos vemos e como o resto do mundo nos percebe. Estar consciente desta disparidade pode ajudá-lo. Se se sentir incompreendido ou mal interpretado, talvez esteja a cair nas contradições que evidenciam frases como «Sou carinhoso» que por vezes profere quem mostra repulsa ou ódio por alguém, revela-se violento, concorda com o fabrico de armas…

Do mesmo modo, quem diz «Sou amável», mas é arrogante com um empregado, buzina quando um idoso atravessa a rua devagar, grita frequentemente com os seus filhos… «Sou alegre e feliz», dito por quem fica desesperado com as notícias que passam na televisão, zanga-se e costumam fazer-lhe comentários do género «Anima-te» ou «relaxa» é outro dos exemplos, tal como dizer «Sou tolerante», mas generalizar, estereotipar e julgar as pessoas, não respeitando a opinião dos outros.

Para não cair nestes erros, «procure o feedback dos outros, especialmente de pessoas construtivas que tenham um desejo genuíno de a ajudar a melhorar. Tenha cuidado com os falsos amigos que o tentam derrotar», adverte o psicólogo.

5. Equilibre os seus desejos com os seus vícios

Pense positivo. «O optimismo é um motor de arranque para o sucesso», diz o psicólogo. Da mesma forma que os pássaros não caçam borboletas por serem venenosas, por que haveria de perseguir coisas que não quer ou que lhe fazem mal? Analise os seus vícios, recomenda ainda. «Podemos ver os cigarros, a comida, os analgésicos, etc, como escolhas feitas num momento da nossa vida que podem deixar de fazer sentido», refere Fernando Lima Magalhães.

«Estes vícios podem vir a ser os seus melhores professores, já que definem claramente aquilo que quer ou não quer para si, por tudo o que aprendeu com as escolhas menos boas que fez passado», acrescenta o especialista, que pede ainda que se ame a si próprio. «Pense no seu corpo como um templo sagrado e prolongue esse respeito como uma forma de amor. Se se respeitar e amar, é como se tivesse uma armadura que funciona como um escudo», defende.

Elimine também a vergonha. Não fez nada de mal nem fracassou. Só produziu resultados. O importante é o que é que vai fazer com eles, porque podem conduzi-lo a um lugar mais elevado. E viva com um novo conhecimento. «Se tiver uma recaída, aprenda a perdoar-se», aconselha mesmo Fernando Lima Magalhães.

6. Equilibre a prosperidade com os seus pensamentos

Aquilo em que pensa ao longo do dia acabará por acontecer. Evite as situações que causam desequilíbrio nos seus desejos de prosperidade. Insistir no que falta na sua vida, concentrar as suas conversas no que tem, queixar-se, dizer que não tem sorte… Estes são os sistemas de pensamentos que podem atrair a prosperidade e o equilíbrio:

– O universo tem riqueza para todos
– As provisões são ilimitadas
– Mereço ser próspero
– Tenho capacidades e talentos para atrair a abundância
– Posso mudar a minha situação
– Sei como pensar em abundância para mim… e pratico-o!

«Se pensar com um estado de espírito positivo, é muito mais provável agir de forma criativa, construtiva, tolerante e não defensiva», comenta Fernando Lima Magalhães, acrescentando, ainda, que «é sempre preferível procurar alternativas que a levem à prosperidade do que ficar paralisada pelas emoções negativas».

7. Equilibre o seu desejo de paz com a violência do mundo

Parece que vivemos num mundo desequilibrado, onde os nossos desejos de nos sentirmos em paz são desafiados por energias não-pacíficas consideradas dignas de ser notícia. Mas podemos realinhar-nos com a nossa vontade de viver de forma pacífica. Lutar contra as condições adversas faz com que estas aumentem o poder que tem sobre si mesma. Opte por uma existência tranquila consigo própria, mesmo quando os outros fomentam o medo, a ira. O verdadeiro inimigo é o próprio ódio.

8. Equilibre o seu desejo de amor com a falta dele

Se não recebe o amor que desejava, é aconselhável explorar os motivos possíveis. Se os sentimentos de se achar defraudado no campo amoroso fazem parte da sua vida, é porque alinhou os seus pensamentos e os seus comportamentos com a carência de amor. Como é que o faz? Não sendo capaz de equiparar o seu desejo de amor com pensamentos que se harmonizem com a força do seu desejo.

Por exemplo, afirmando «Nunca consegui manter uma relação amorosa. Não sou suficientemente atraente para alguém me amar». Este tipo de pensamentos cria um grande desequilíbrio com o seu desejo de receber amor em abundância, porque atrai para a sua vida precisamente aquilo em que pensa e acredita. Como inverter esta situação? Deixe de procurar amor.

Tenha a certeza interior de que o vai receber. «Veja o amor como uma possibilidade e não como algo de que depende», aconselha Fernando Lima Magalhães. E irradie amor. Ame-se e ame os outros verdadeiramente. Vai esquecer o seu ego e desejar para os outros aquilo que quer para si!

9. Equilibre a sua vida espiritual e material

Se concentrar a maior parte da sua energia mental no mundo material, vai viver num estado de constante preocupação com aquilo que é seu. O dinheiro transforma-se no critério mais importante para avaliar tudo, inclusive a sua felicidade. E o preço a pagar é caro. A consequência mais grave é que identifica-se com um aliado instável que muda. O seu corpo, aquilo que possui e que conseguiu atingir… são efémeros!

Por outro lado, o paraíso é um estado da mente. Comece a olhar para a natureza, para os sucessos e para as pessoas com esta visão. «Tente descobrir as facetas e as experiências da sua vida que lhe deram mais prazer e uma sensação de optimismo e de vigor», sugere.

«Algumas pessoas ficam completamente absorvidas em atividades como a fotografia, pelo prazer de captar a beleza ou a arte. Outras podem ter um enorme prazer em usar o humor e, outras, em satisfazer um desejo de curiosidade e aprendizagem. Use o seu tempo para exercitar uma filosofia de vida positiva», conclui o psicólogo.

 

Apenas por hoje

– Dale Carnegie

1- Apenas por hoje serei feliz. Isso faz supor que Abraham  Lincoln disse a  verdade, isto é:” que muitas pessoas são quase tão felizes   quanto o desejam ser”. A felicidade vem do nosso intimo: Não é uma questão de exterioridade.

2- Apenas por hoje procurarei ajustar-me às coisas como elas são, e não procurar ajustar tudo aos seus próprios desejos. Aceitarei a minha família, os meus negócios e a minha sorte como se apresentarem, ajustando-me a eles.

3-  Apenas por hoje, cuidarei do meu corpo. Exercitá-lo-ei, tratarei dele, alimentá-lo-ei, não abusarei dele, nem o esquecerei ,para que seja um mecanismo perfeito sob  meu comando.

4- Apenas por hoje, procurarei fortalecer o meu espírito. Aprenderei alguma coisa útil. Não serei um vagabundo mental. Lerei alguma coisa que exija esforço, raciocínio e concentração.

5- Apenas por hoje, exercitarei a minha alma de três maneiras: Prestarei um bom serviço a alguém , sem que ninguém saiba. Farei ,pelo menos, como exercício duas coisas que não desejo fazer.

6- Apenas por hoje, serei agradável. Apresentar-me-ei o melhor que puder, vestir-me-ei o mais correctamente possível, falarei baixo, actuarei cortesmente, serei liberal nas minhas apreciações, não farei critica alguma, não acharei nada errado, nem procurarei orientar ou corrigir ninguém.

7- Apenas por hoje, procurarei viver unicamente durante este dia, sem tentar resolver de uma vez o problema de toda a minha vida. Durante doze horas, posso fazer coisas que me aterrorizariam se tivesse que enfrentá-las durante toda  a vida.

8- Apenas por hoje, terei um programa. Escreverei o que espero fazer em cada hora. Talvez o não siga exactamente, mas, de qualquer modo, tê-lo-ei. Servirá para eliminar duas pestes – A pressa e a indecisão.

9- Apenas por hoje, reservarei meia hora tranquila unicamente para mim – e, repousarei.
Nessa meia hora , pensarei de modo a adquirir um pouco mais de perspectiva na minha vida.

10- Apenas por hoje, não terei medo – não terei medo principalmente de ser feliz, de gozar o que é belo, de amar, nem de pensar se aqueles que eu amo  me amam.

PENSE E PROCEDA ALEGREMENTE , E  SENTIR –SE -Á ALEGRE.

Leituras Recomendadas:

Felicidade Autêntica, de Martin Seligman (2008). Editora: Pergaminho

Positiva- Mente, de Helena Marujo e Catarina Rivero (2011). Editora: Esfera dos livros

Última Actualização: 27-fev-2019

Para saber mais: